"(...)Ele estava lá. Olhando-me com as súplicas no olhar. Implorando-me silenciosamente que caminhasse até ele como todos os dias. Que substituisse aquela expressão triste por um sorriso com um beijo. Que eu fosse como sempre fui.
Eu hesitei, pensando por um momento. Toda essa confusão, todas as descobertas, tudo isso, só me fez refletir sobre mim. E como ficavamos nós?
Então, cruzei direto o caminho a sua frente em direção à entrada da escola. Não existia mais esse nós. Não teria como existir mais algum nós, com quem fosse dentro de mim. Não depois daquilo... Se ele não pode estar aqui, presente, feliz, ao meu lado, eu também não posso estar ao lado de ninguém que me lembrasse disso. Eu estava de luto. De luto por mim mesma. De luto pela minha vida. De luto pela minha mente. De luto por meu filho. (...)"
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