Teimosa como nenhum outro ser vivo foi capaz de ser. Sentimental do inicio ao fim do meu viver. Confio e me apego com facilidade extrema a tudo e a todos, mesmo sem querer, mesmo sem poder. Idêntica e intensivamente diferente. Mantenho atitude e ideias singulares, impossíveis de serem modificadas ou se quer reconstruídas por tentativas alheias. Decidida; tudo o que se começa, se termina. Tudo o que não se deve terminar, jamais é começado. E por fim: defeitos e qualidades fazem parte da minha realidade, em busca da perfeição para nunca viver em vão. Vivo com essa sensação de abandono, de falta, de pouco, de metade. Mas nada disso é novidade. Antes dele, teve o outro, o outro que continua indo embora para sempre porque nunca foi embora pra sempre. Eu não sei deixar ninguém partir, eu não sei escolher, excluir, deletar. São as pessoas que resolvem me deixar, melhor assim, adoro não ser responsável por absolutamente nada, odeio o peso que uma despedida eterna causa em mim. Nada é eterno, não quero brincar de Deus.
Me descubro orgulhosa demais para me entregar a um sentimento tão arriscado quanto o amor.
A ironia me consome. Tento, mas não consigo evitar. Não há nada melhor do que a ironia. É sutil, e fere só os que não enxergam seu lado mais cômico
Não existe pessoas boas ou más, existe atos bons ou ruins, pessoas são capazes de fazer os dois.
A ironia me consome. Tento, mas não consigo evitar. Não há nada melhor do que a ironia. É sutil, e fere só os que não enxergam seu lado mais cômico
Não existe pessoas boas ou más, existe atos bons ou ruins, pessoas são capazes de fazer os dois.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Teimosa como nenhum outro ser vivo foi capaz de ser. Sentimental do inicio ao fim do meu viver. Confio e me apego com facilidade extrema a tudo e a todos, mesmo sem querer, mesmo sem poder. Idêntica e intensivamente diferente. Mantenho atitude e ideias singulares, impossíveis de serem modificadas ou se quer reconstruídas por tentativas alheias. Decidida; tudo o que se começa, se termina. Tudo o que não se deve terminar, jamais é começado. E por fim: defeitos e qualidades fazem parte da minha realidade, em busca da perfeição para nunca viver em vão. Vivo com essa sensação de abandono, de falta, de pouco, de metade. Mas nada disso é novidade. Antes dele, teve o outro, o outro que continua indo embora para sempre porque nunca foi embora pra sempre. Eu não sei deixar ninguém partir, eu não sei escolher, excluir, deletar. São as pessoas que resolvem me deixar, melhor assim, adoro não ser responsável por absolutamente nada, odeio o peso que uma despedida eterna causa em mim. Nada é eterno, não quero brincar de Deus.
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