Me descubro orgulhosa demais para me entregar a um sentimento tão arriscado quanto o amor.


A ironia me consome. Tento, mas não consigo evitar. Não há nada melhor do que a ironia. É sutil, e fere só os que não enxergam seu lado mais cômico


Não existe pessoas boas ou más, existe atos bons ou ruins, pessoas são capazes de fazer os dois.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Para cada momento vivido, tenho um grande prazer em dizer que minhas lembranças não apagaram. Se contássemos de forma que para cada um que eu me lembrasse eu teria uma rosa, eu teria um roseiral. Porém, não importa quão feliz eu estivesse nestes momentos, a parte mais importante é que eu não estava sozinha. Sempre houveram pessoas ao meu lado, que eu tinha o prazer de chamar de amigos. Não importa se eram da família, da escola, do bairro, ou pessoas que eu encontrei aleatoriamente com quem me afeiçoei. Eram amigos. Amigos com quem eu perdi horários, ganhei repreensões, subi barranco, salvei animais e paguei grandes micos. Amigos, com quem eu chorei perdas, consolei dores e ri das desgraças. Amigos com quem eu fiquei de tocaia por noite a dentro, rindo de coisas incompreensíveis e chorando por lógicas sem sentido. Amigos com quem eu planejei histórias de amor, ou romances épicos, sonhos que um dia seriam realizados. Amigos com quem eu me acostumei, amigos que eu nunca vou ser capaz de entender. Eles não deixam de ser amigos. Não são uma extensão de sua família, apenas uma outra família, com quem provavelmente nos damos melhor. Amigos são amigos do início ao fim. É por isso que os amamos, afinal. Não existem amigos falsos ou verdadeiros, somente amigos mais próximos, ou não. A amizade de faixada, não é amizade, é companheirismo. Não há razão para não acreditar em amigos. Eles estarão sempre lá. Afinal, eles são amigos. E aí está a resposta para sua pergunta retórica, minha borboleta.

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