São os meus desejos egoístas,
que magoam as pessoas ao meu redor.
Que não as permitem se aproximar,
e ver como eu sou realmente.
Que as fazem me taxar daquilo que eu não sou.
Isso, é aquilo que eu sou,
é aquilo que eu me tornei.
São as minhas barreiras,
que impedem as pessoas
de verem a verdadeira face.
E eu fico dentro delas,
como um coelhinho assustado,
tremendo de medo de que eles me machuquem.
Que é meu medo de que a máscara caia,
de que as muralhas sejam penetradas,
de que quem quer que seja,
alcance o meu eu.
E tente mudá-lo,
moldá-lo de acordo com o seu querer.
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