E, por mais que insistíssemos em ajudá-lo,
Ele não ficava e colaborava.
Pois ele era um gato de rua,
Livre, sem pátria, sem costumes e sem preferências.
Ele era o gato que brigava,
O gato que matava.
Mas ele também era o gato
O gato de tristezas,
Um gato de problemas,
E o gato da melodia mais linda que já vi.
Hiroshima
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